Projeto do CNJ quer garantir assistência religiosa em presídios


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Um projeto do CNJ quer garantir assistência religiosa em presídios. Todos os presos têm direitos religiosos na cadeia, isso porque muitos juízes veem como algo muito importante para eles. Isso é ótimo porque se tem uma coisa que transforma um criminoso em uma pessoa melhor é o evangelho, fato inegável diante dos fatos.

“O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) orienta  a assistência religiosa na cadeia,  encaminhadas às varas de educação criminal e de medidas socioeducativas”. (JP)

Essas medidas facilitam muito que os presos tenham uma chance de se tornarem pessoas melhores com trabalhos religiosos. Nada nessa vida transformou tanto presos em pessoas melhores como a ligação com a igreja.

Projeto do CNJ quer garantir assistência religiosa em presídio

O grande objetivo do CNJ é permitir que todos os presos possam cumprir pena podendo praticar religião. Assim, uma barreira é rompida, facilitando que igrejas possam fazer o seu trabalho, resgatando presos do mundo.

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“A necessidade que objetiva a liberdade de prática religiosa veio porque estava havendo dificuldade de acesso das igrejas às prisões e centros de recuperação”.(JP)


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As dificuldades expostas fizeram com que fossem identificados outros problemas como a censura de livros com temas religiosos. Fato afirmado  pelo conselheiro CNJ Mário Guerreiro.

Diante dessa situação, um problema evidente aparece, por isso, o CNJ tem uma determinação para que juízes e tribunais garantam o cumprimento, tomando medidas necessárias.

Todas as medidas tomadas poderão facilitar a vida de religiosos que visitam nas prisões e do próprio preso que poderá exercer a religião no presídio.

Essas dificuldades parecem não ser a realidade de todos os presídios, porque têm celas denominacionais em alguns.

O gerenciamento das penitenciárias é feito pela secretaria do estado, que deve agir de um modo que facilite a assistência religiosa. Assim, é mais um ponto aberto para quebrar barreiras que impedem a conversão dos presos.

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Toda essa ação ajuda no que tem respeito a intolerância religiosa, fazendo justiça aos direitos das pessoas, mesmo que estejam presas. Além disso, essa assistência aos presos será uma boa não somente para eles, mas para toda a sociedade.

“Para que toda essa ideia surgisse, houve uma grande união entre CNJ, Ministério da Justiça e Nações Unidas para o Desenvolvimento”. (JP)

Alguns relatos mostram que nem todos os lugares são um problema, e que essas barreiras religiosas não são percebidas. O que acontece em muitos casos é a falta de  lugares mais propícios para realizar cultos.

Quando esses lugares existem, facilitam a chegada de algum líder religioso, ou irmão comum que ama fazer visitas na cadeia.

Vários presos gostam quando há um retorno constante das visitas, porque isso tira um pouco da tensão do lugar.

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Os funcionários dizem, na maioria das vezes, que aquele ar desagradável do lugar é diminuído com as visitas. Além disso, os próprios presos demonstram satisfação a cada culto.

Normalmente os trabalhos nos presídios são feitos no pátio, na hora do banho de sol, em condições não tão favoráveis.

Independente da realidade de cada presídio, uma coisa é certa, toda forma de medida que ajude na assistência religiosa aos presos será bem-vinda. Dessa forma, facilitará o acesso, e também pode abrir melhores maneiras de se fazer reuniões.

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