Pastor Alessandro Vilas Boas reprova “tretas” de cristãos nas redes sociais

Alessandro Vilas Boas, pastor e músico, usou as redes sociais para marcar sua posição em torno da polêmica envolvendo o Especial de Natal do Porta dos Fundos. E sugeriu que os cristãos deveriam usar o testemunho de vida como forma de desmentir as ofensas religiosas sofridas.

“Tudo se torna uma treta enorme”, resumiu Vilas Boas. “Vídeo do Porta dos Fundos, pregação que você não concorda, a música que eu não gosto, isso ou aquilo. E sem perceber, estamos dando notoriedade para pessoas que passam dia e noite na internet simplesmente criticando a obra que alguns estão fazendo”, acrescentou.

O recado, gravado em vídeo e publicado no Instagram, sugere ainda que os evangélicos deveriam.“Passar menos tempo tretando na internet e mais tempo na mesa construindo algo genuíno”.

Pastor Alessandro Vilas Boas reprova “tretas” de cristãos nas redes sociais

Por que você quer ter autoridade no Brasil?

“Se você não tem autoridade nem na sua igreja local, por que você quer ter autoridade no Brasil? Se você não tem uma envergadura de autoridade na sua própria cidade, por que você quer ter no Brasil?”, polemizou. “Gaste menos tempo dando sua energia para críticas na internet e gaste mais tempo discipulando alguém. Para que ele não cometa os erros que você acha que fulano cometeu”.

Portanto o pastor da Igreja One insistiu no tema; “Pare de ficar gastando tempo na internet para falar mal ou dar seu ponto de vista. O Brasil não precisa do seu ponto de vista, o Brasil precisa da sua oração, do ponto de vista do Evangelho. Portanto precisamos parar com essa modinha de cuspir na internet tudo o que a gente acha”.

Em outro trecho do vídeo, Alessandro Vilas Boas declarou crer que ter razão não é suficiente para que alguém entre em um debate; “Vamos ter sabedoria e zelo pela Igreja. Existem muitos pequenos na fé que estão observando a nossa tretinha na internet […] Eu defendo o Evangelho pregando o Evangelho, vivendo o Evangelho, sendo pastor, pregando nas ruas, compondo canções. Eu não defendo o Evangelho censurando as pessoas do direito que elas têm de pensar o que elas quiserem”.

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