O Brasil tem o quarto maior número de evangélicos do planeta, esse número tende a crescer ainda mais nessa década

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Sabemos que a palavra de Deus está cada vez mais presente no nosso dia, e isso é consequência do belo trabalho feito pelos evangélicos. Com isso, o evangélismo não para de crescer no país. Uma pesquisa recentemente feita pelo Sébastien Fath, historiador e pesquisador da organização francesa CNRS (Centro Nacional de Pesquisa Científica). Com o objtivo de coletar dados e lenvantar um ranking mundial.

O resultado da pesquisa mostrou que o Brasil está entre os 5 países com o maior número de evangélicos do planeta. Na classificação o Brasil ficou em 4º lugar, o ranking geral ficou assim:

  • 1º Estados Unidos (93 milhões)
  • 2º China (65 milhões)
  • 3º Nigéria (55 milhões)
  • 4º Brasil (46 milhões)
  • 5º Índia (28 milhões)

Podemos levar em consideração a pesquisa do historiador, pois passa muita credibilidade e também são confirmadas por outras pesquisa. Dentre elas de acordo com a Folha de S. Paulo, o número de evangélicos no Brasil já é superior aos de católicos.

Fatos interressantes sobre a  pesquisa de Sébastien são os perfis encontrados no significado de ser evangélico ou protestante. São quadro fatores que os evangélicos se destacam:

  • 1º por seu biblicismo (o lugar central que eles dão à Bíblia), o que os torna verdadeiros protestantes
  • 2º Pelo crucicentrismo (apego à cruz de Jesus Cristo e seu significado)
  • 3º Por sua convicção de que a conversão é necessária para se tornar cristão (“não se nasce cristão, se se torna um”)
  • 4º Através de seu compromisso militante (dado que alguém entra na vida cristã por um “novo nascimento”, mudanças devem ser vistas em comparação com a vida antiga)

Não é novidade para ninguém que os evangélicos tem um dom de transmitir a palavra de Deus, com bastante amor e bondade. Pois sabem que em meio ao mundo cheio de problemas e dificuldades, uma palavra de esperança e conforto, pode transformar a vida de pessoas e conduzir elas para os planos de Deus.

Por: Leandro Miranda
FONTE: Sébastien Fath; Folha de S. Paulo.