Neurocientista fala dos efeitos da fé: ela pode interferir no funcionamento do cérebro


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Não é de hoje que a fé vem sendo estudada no mundo da ciência, muitos especialistas desejam saber os benefícios causados por ela. Certamente que, mesmo com descrenças religiosas, alguns cientistas perceberam que a fé fez a diferença na vida de várias pessoas com problemas de saúde.

A questão é, que o óbvio não pode ser negado e o próprio cérebro mostra isso. Um grande cirurgião, Fernando Gomes, “mostrou no quadro correspondente médico  da CNN Brasil, que a fé atua em fatores psicológicos das pessoas.” 

O neurocirurgião deixou claro que a fé é muito importante para o bem-estar mental e da saúde física em geral. Dessa forma, a crença estimula algumas áreas importantes do cérebro.

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Ainda afirma que “a fé é independente de credo, pois ela tem a seu próprio estilo, onde silencia e ativa áreas que lhe convém. Uma das coisas que mexem com essa situação do cérebro é a oração”.(CNN Brasil)


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Pesquisas como essa vem sendo cada vez mais destacadas, onde não prova nada para os crentes que tem uma experiência religiosa firme. Mas esse estudo científico mostra como a fé mexe com o organismo.

“No caso da oração, a área responsável pela concentração e foco, lobo frontal, são mais ativadas, com a região responsável pela emoção, tálamo e giro do cíngulo”. (CNN Brasil)

Essa maneira complexa que o organismo se manifesta quando a pessoa tem fé, faz ela encarar de uma forma bem diferente o futuro. Isso faz com que os anseios humanos possam ser depositados na esperança de serem resolvidos de alguma forma.

As reações químicas que acontecem no cérebro dizem certamente que é possível ter fé, independente de credo e ter o benefício físico e mental. Porém, o que deve ser deixado claro, é que fé não é motivação de auto ajuda.

Essa pesquisa mostra o que os religiosos afirmam, ao afirmarem que tem esperança, quando confiam, não cegamente. O próprio Fernando Gomes afirma que a pandemia fez o ser humano refletir em sua importância. Como resultado as pessoas acionaram a  inteligência existencial, que muitos líderes religiosos normalmente possuem.

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Com isso ele está afirmando que, o ser humano, nessa pandemia, pensou mais na morte, e um jeito de aliviar toda a angústia foi ativando uma área do cérebro que busca motivos para a existência, que dá sentido à vida.

Por isso, quando as pessoas ativam essa área do cérebro está se importando com si mesmo e com o mundo ao seu redor, coisa que um animal não pode raciocinar.

O neurocirurgião respondeu perguntas onde mostrou que o fanatismo religioso, assim como um torcedor fanático, interfere no processo benéfico que pode advir da fé normal. Isso não está dizendo que fanatismo é você dar a vida por uma causa verdadeira, mas no modo doentio que ela pode ser empregada.

As afirmações de Fernando Gomes deixam bem claro que os neurotransmissores possuem uma linha de circuitos, que quando ativados ajudam pessoas que estão doentes.

Independente do que a ciência afirma, cada religioso de fé tem uma história para contar do resultado dela para a sua vida e de outras pessoas.

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