Líderes religiosos defendem “o predomínio do diálogo” para 2022


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Uma grande expectativa de líderes religiosos para 2022 é discutida na CNN, onde acreditam que o diálogo deve estar sempre em dia. Mesmo com as discordâncias de doutrina e modo de pensar (diferir) com relação a Deus.

Isso levou alguns líderes religiosos evangélico, judaico, candomblé, católico a discutir o que deve ser melhor para esse ano, e como contribuir para não perder a fé diante das dificuldades como no caso do Covid.

Um dos líderes é o Pr. Marcelo Fernandes, que diz algumas coisas em sua fala: “que existem duas coisas altamente contagiosas como medo e esperança, a cada novo ano escolhemos o que vai carregar, que Jesus é a esperança viva que devemos carregar”. (CNN)

Cerimônia inter religiosa para promover a paz mostra importância do diálogo

A fala do pastor Marcelo mostra que o modo de enfrentar os problemas deve ser com confiança e grande expectativa, tendo a fé firme.

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O que esses líderes têm em comum é a ideia de sempre haver um diálogo, independente da religião. Isso é para evitar atritos desnecessários, enfrentando aquilo que seja de fato um problema.


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Como cada um se posiciona em situação pandêmica e outras crises devem mudar, tendo posicionamento que faz a diferença.

Da parte da igreja católica, o padre Tarcísio Mesquita fala da “predominância do diálogo, sobretudo por esse tempo marcado por muita descriminação, seja religiosa, seja racial ou até mesmo sobre a sexualidade das pessoas”.

O padre ainda fala da importância do bom senso para a democracia do país, assim, mesmo na diversidade pode haver consenso em pontos que ajudarão a todos. Isso é notado em suas palavras.

Mostrando como o diálogo é possível, o padre aponta para os quatro representantes discutindo sobre uma questão em comum. Fala ainda que, toda experiência negativa desse momento que vivemos será superado.

Dudu Levinzon, rabino, acentua em sua fala que o Covid marcou todas as pessoas, não respeitando cor, raça, ou condição social. “Ainda em sua fala ele diz de como nós devemos combater o Covid espiritual. Essa é a mensagem do ano de 2022, que entramos agora”. (CNN)

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O rabino ainda apresenta em sua fala que independente de religião, credo ou que for, o Covid espiritual deve ser analisado. Ele entende ser importante não somente olhar para o lado físico da doença, mas para a questão espiritual.

Para ele, os governos têm responsabilidade em resolver a questão da doença física, mas espiritual é  nós que temos que resolver. Dessa forma, ele mostra que devemos buscar Deus.

O babalaô e professor, Ivanir dos Santos, que acredita assim com todos da mesa, viemos do barro. Entende que nós devemos respeitar a natureza, não degradando ela, respeitando indígenas e quilombolas.

Pegando um pouco do gancho dos líderes anteriores, afirma: “que nós podemos aceitar essa xenofobia, misoginia, homofobia, racismo, anti semitismo”.

O diálogo desses quatro líderes tem como grande resumo o combate não somente da doença física, como espiritual e moral, bem como toda forma de preconceito.

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A fala de cada um, mostra a preocupação com falta de liberdade e unidade na diversidade cultural e religiosa no país, além de destacar a melhora do país nesse momento epidêmico.

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