Lei que libera igreja e templos em casos de pandemia é promulgada


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Em vários debates que existem no senado a questão religiosa vira questão de discussão, dependendo do caso. Um dos principais assuntos falado é a de liberar a igreja para os  cultos durante a pandemia. Como nem todos aceitam essa ideia proposta, a aprovação de tais medidas pode demorar.

Deputados conseguiram promulgar uma lei que permite cultos no tempo de pandemia, quebrando assim um veto em 2020 do governador João Dória. Porém, o que os deputados propuseram favoreceu, e em novembro deste ano foi derrubada a lei que era contra a validação da liberação.

Quem aprovou a lei foi a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). “Ela afirma que essa promulgação é importante devido à igreja ser necessária em tempos de pandemia e catástrofes, sendo primordial para as pessoas nesse momento”.

Assinado lei que libera igrejas em tempos de pandemia

 

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A promulgação da lei permite que em tempos de pandemia, epidemias e catástrofes naturais as igrejas funcionem normalmente, seguindo as medidas de segurança.


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Essa medida é importante para as igrejas que veem um problema: as pessoas perderem a vontade de vir ao culto, porque alguns param de frequentar, acostumado com a programação à distância.

Quem promulgou a Lei foi o deputado Wellington Moura (Republicanos), ele tem grande papel em seu trabalho na Alef, sendo o 1° vice-presidente no exercício da presidência.

Para os cristãos, maioria no país, essa lei tem grande valia, porque os serviços de culto podem continuar acontecendo, não somente na situação do presente momento, mas em outras que podem vir à frente.

A lei tem origem no PL 299/2020

Todo esse movimento na política para liberar as igrejas e templos religiosos para cultos começou em 2020, com Gil Diniz (sem partido) e Gilmaci Santos (Republicanos). Eles foram autores desse projeto que até foi aprovado, mas vetado por João Dória(PSDB), mas, após muitos embates, as coisas mudaram esse ano com os parlamentares.

O que os parlamentares entendem com essa lei é que as igrejas ajudam as pessoas, e nesses momentos de crise elas podem auxiliar as pessoas, aliviarem dores por perdas  parentes ou problemas delas mesmas.

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No momento de crise a igreja age de uma forma essencial para ajudar as pessoas, quer seja na questão espiritual, ou também nas ajudas sociais de entrega de alimentos, conversas, etc.

Para que a igreja possa estar diante da lei promulgada, é necessário, como já foi dito, seguir as normas do ministério da saúde. Assim, o uso de máscaras, álcool e tantas outras não podem deixar de ser seguidas.

Embora as igrejas foram liberadas antes dessa promulgação, a diferença dessa lei de São Paulo é que ela não é somente por esse período, mas para outros que podem vir. Então, todos já sabem de antemão como funcionará a igreja em determinados momentos.

“Moura afirma que as igrejas resgatam vidas e dão assistências às pessoas, atividades que o estado não faz.”(CNN Brasil)

Essa lei demonstra que o papel da igreja na comunidade é necessário e essencial, por isso é vista com bons olhos por quem se preocupa com o bem geral. Isso mostra que Deus nunca deixa de atuar.

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