Interrogada por citar a Bíblia contra a homossexualidade, deputada diz que pregou à Polícia

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Os casos de cristão acusados de homofobia estão virando notícia a cada momento. Mais uma pessoa cristã é julgada por afirmar o que a Bíblia diz com relação à prática homossexual.

A pessoa julgada desta vez é a deputada cristã Päivi Räsänen, que expõe suas convicções abertamente. Ela faz isso há muito tempo, mostrando pela Bíblia sagrada que a prática homossexual está contrária a ela.

Diante de toda a situação que a deputada vem passando ela não fica desanimada. “Afirma que se sente privilegiada por defender as escrituras sagradas”.(Gospel +)

Interrogada por citar a Bíblia contra a homossexualidade, deputada diz que pregou à Polícia

A interrogação de Päivi Räsänen, 62 anos, durou cerca de 13h. Eles perguntaram como ela interpreta um dos livros do apóstolo Paulo, Romanos. Embora alguns tentam levar para outro lado, a carta desse ministro do evangelho deixa tudo claro.

O julgamento da deputada ainda está em processo, por isso, terá de comparecer no dia 24 deste mês de janeiro. Terá de expor a sua crença no casamento apenas heterossexual e sobre a identidade de gênero.

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Com várias ações, ela vem sendo notada por expor o que acredita, fez até um livreto sobre casamento, onde mostra que o casamento heterossexual é permitido por Deus.

Em 2019, em um programa de rádio, expôs novamente as suas convicções religiosas com relação ao relacionamento homossexual. Além disso, fez críticas à Igreja Luterana, que participou da parada gay da Finlândia.

Pelo jeito a inversão de valores está servindo de padrão para fazer julgamento, e a liberdade de expressão está sendo jogada abaixo.

Uma das coisas que alegram muito a deputado é contar do evangelho aos policiais, por isso se sente privilegiada, enxerga como uma oportunidade de pregar.

Ela testemunhou sobre o evangelho para os policiais, mostrando amor de Deus por todas as pessoas e como cada um é importante para ele. O valor estimado do ser humano é infinito para Deus, que entende as necessidades de cada indivíduo.

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Situação como a da deputada chama a atenção de entidades religiosas que defendem a liberdade religiosa em todo o mundo. Por isso, a Alliance Defending Freedom International, que defende exatamente a liberdade, entrevistou a deputada.

Ela afirma que “foi como dar um estudo bíblico para a Polícia”. Sendo mulher de pastor, se mostra ousada e determinada em sua convicção do evangelho.

Para ela, o que levou a esse julgamento foi o totalitarismo, lembrando o regime soviético com ideias comunista e restritivo à religião.

Porém, a questão que ela mesma afirma é que, a sua defesa não consiste em mera opinião de sua parte, mas o que a Bíblia afirma. Então está presa a uma convicção, não uma ideia que tem em mente.

Foi pedido que ela retrocedesse no que escreveu no folheto, mas não poderia, não é uma opinião, e sim uma afirmação das escrituras sagradas.

Na The Christian Post, é declarado que o que ela ensina é uma forma de preconceito, vai contra o movimento  LGBTQIA+. Seu julgamento ainda tem uma acusação de intolerância e difamação.

A deputada tem certeza que Deus está à frente, nada irá abalar a sua fé, seguirá em frente.

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