A união de política e religião na Hungria


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O protestantismo surgiu devido aos problemas entre a união entre estado e igreja, tendo como consequência a reforma protestante. Um dos mais marcantes pregadores foi Martin Lutero, ele pregava firmemente sobre a justificação pela fé e contra união de estado e igreja.

Os problemas que houve nos tempos de Roma papal, foi que a igreja se uniu ao estado, fazendo com que as pessoas a ser contra o credo fossem perseguidas, torturadas e mortas em muitos casos.  A igreja usava o poder do estado para punir os desobedientes de seus dogmas.

Toda vez que alguém tenta andar no mesmo caminho a lanterna é acesa. Porque o erro do passado não pode ser repetido se não, a consequência é óbvia.

Processo de recristianização nas escolas da Hungria

O que está acontecendo com a Hungria é um processo de recristianização, “medida tomada pelo primeiro-ministro nacionalista Viktor Orban”. (AH)

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O início de todo esse processo começou em 2010, quando o primeiro-ministro nacionalista Viktor Orban, assume novamente o poder na Hungria. Essa forma de medida é um modo de suprir o que o comunismo fez no país com anos de impacto na vida das pessoas.


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O comunismo, para quem não sabe, leva ao ateísmo, porque tira Deus de cena, pois a religião não é boa para as pessoas, segundo eles.

“Segundo o UOL, a cada dia que se passa as escolas estão sendo submetidas à autoridade da igreja. Uma grande surpresa para os pais nas voltas às aulas em Ferenc Liszt, foi que o ano letivo começaria em uma igreja.”(AH)

Todo esse processo tem o objetivo da recristianização do país. Porém, o que muitos estudiosos ficam preocupados é que isso, embora pode ajudar em certo ponto, tende afetar outros posteriormente, com  falta de liberdade.

E se os pais e alunos não concordarem com alguma doutrina, ou ideia religiosa imposta, serão punidos futuramente?

Toda a medida do governo vem sendo acompanhada por uma agência de informação mundial, a AFP. “Ela fez uma entrevista com a diretora da escola em Ferenc Liszt, Andrea Magyar, que afirmou que o colégio está sendo dirigido pelas freiras dominicanas desde 2020”.(AH)

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Essas formas de medida veem de líderes políticos conservadores, de direita, começando por alguns locais ou regiões específicas e vão se espalhando pelo país.

Uma coisa ótima a princípio, é que essas mudanças tiveram aprovação de pais e alunos, que viram nessa medida algo bom para os alunos e todos ao redor.

A satisfação dos pais é boa, sem mudanças no currículo de aulas para as crianças.

Na escola os horários dos alunos são marcados por orações, classes de catecismo e cruzes nas salas de aula, fato que a diretora afirma não ser obrigatório.

O que alguns líderes religiosos e estudiosos se preocupam é que não se tratando de um colégio particular, que pode pregar a sua doutrina na escola, se torne futuramente uma obrigação nacional.

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A ideia de uma recristianização dessa forma liga o alerta da união entre igreja e estado, como no passado, algo que nunca deu certo, mas gerou perseguição dos que não aceitavam as leis da igreja.

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